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Inglaterra Londres
Londres é uma cidade única. Bem, na verdade toda
cidade é única. A diferença é que esta é uma cidade onde o inovador
e o ousado caminham na mesma calçada que o tradicional e o imutável, e
parecem conviver em paz. Uma caminhada por Londres revela cabelos de
todas as cores, roupas de todos os estilos, executivos de cartola e
guarda chuva no braço, soldados vestidos como no tempo de Henrique
VIII, carruagens reais, indianos, árabes, tribos punks, darks e
simpáticas velhinhas que se reúnem para o chá das 5. Neste cenário,
a imagem à esquerda nos chamou atenção, talvez por representar a
essência da cidade: O equilíbrio (ou disputa?) entre tradição e
modernidade: De um lado o poste da estação de metrô Westminster, a
mais moderna da cidade, e que dá acesso a um mundo subterrâneo de alta
tecnologia. E ao lado a torre do Big Ben, que há 150 anos permanece
marcando as horas da mesma forma, com as mesmas monótonas badaladas e
mesma conhecida melodia. Num lugar com tantos contrastes, é impossível
ficar indiferente ao que acontece à sua volta.
Londres não é uma cidade que cause amor à primeira
vista, como Paris ou o Rio. Ela é como aquela paixão que nasce aos
poucos, sem você se dar conta, e que de repente, quando você percebe,
não sai mais de seu pensamento. Londres não tem largas avenidas, o
trânsito é terrível, e o clima não é exatamente ensolarado. Mas
quem se dispuser a conhecer a cidade a fundo, vai descobrir um lugar de
vida pulsante, super animada, repleta de boas atrações, e uma
infinidade de programas de todos os tipos, para todos os gostos. E vai
descobrir também que aquela história de povo frio e indiferente não
passa de uma lenda. A verdade é que em nenhum outro lugar do mundo
conhecemos uma gente tão amigável e simpática.
A Westminster Bridge cruza o rio Thames. O rio, os
prédios do parlamento e a torre do Big Ben formam a imagem mais
conhecida desta cidade incrível, e os Ingleses gostam de dizer que este
é o relógio mais fotografado do mundo.
Conta-se que o nome Big Ben surgiu graças a Sir
Benjamin Hall, engenheiro responsável pela construção do Palácio de
Westminster, em 1855, e que por ser grandalhão, era conhecido como Big
Ben. Dizem que Sir Benjamim resolveu gravar seu apelido no sino de 13
toneladas, a ser instalado no topo da torre mais alta do palácio de
Westminster. Logo, todos já se referiam ao grande sino como Big Ben.
Bastaram mais alguns anos para que a famosa torre de 93 metros de altura
de Westminster passasse a ser também conhecida, em todo o mundo, como
Big Ben.
Todo passeio em Londres deve incluir a Oxford Street,
o centro do centro, coração comercial de Londres, com lojas de todo
tipo, e um movimento frenético. O detalhe que a torna ainda mais
especial são as filas dos tradicionais ônibus vermelhos, que vão
daí para todos os pontos da cidade, e são uma unanimidade na
preferência dos turistas. As passagens devem ser compradas
antecipadamente, antes de entrar. Tickets semanais de metrô dão
direito a viajar também nestes ônibus, sem custo adicional.
Locomover-se de ônibus em Londres requer atenção
para não ir parar no lugar errado. Embora todos os pontos indiquem as
linhas que passam por ali, mapas da cidade, destino, e horários, a
variedade de linhas é tão grande que podem confundir aos mais
apressados. É preferível andar de tube ( metrô) que além de mais
rápido é mais fácil de visualizar as rotas.
London Tower é a mais famosa atração turística e
histórica de Londres. Foi após a invasão e conquista da Inglaterra
por William, em 1066, que foi iniciada sua construção. Com o passar do
tempo, a medida que outras fortificações, torres e muralhas eram
construídas em volta daquela primeira edificação, a construção
central passou a ser chamada de White Tower (torre branca, ao lado) e o
nome London Tower passou a ser utilizado para designar todo o castelo
construído em volta da White Tower. A utilização de Torre de
Londres como residência real só começou em 1216, graças ao rei Henry
III. Ele decidiu construir, entre a White Tower e a margem do rio, um
confortável palácio. Na época medieval, a torre passou a servir
também como prisão. Lá eram mantidos desde desordeiros comuns até
nobres revoltosos e perigosos inimigos políticos que ameaçavam o poder
do rei.
Hoje em dia, uma visita a Londres sem conhecer este
monumento nacional não estará completa. Lá está em exibição
permanente a maior exposição de armas e armaduras medievais do mundo.
Lá está também a exposição de jóias da coroa inglesa, com
brilhantes, o maior diamante do mundo, e peças em ouro maciço
imensas. Completam a exibição apresentações de filmes, shows ao
vivo com personagens da história da Inglaterra, e tours guiados pelos
famosos Beefeaters (guardas da torre, ainda vestindo os mesmos uniformes
vermelhos do período Elizabetano). Veja mais detalhes sobre este lugar
na página London Tower.
As cabines telefônicas vermelhas, presentes em toda
cidade, são mais uma das tradições de Londres, e é quase impossível
passar em frente a uma delas sem bater uma foto. Hoje em dia, o que mais
se vê pela cidade são pessoas e seus celulares, mesmo assim elas
continuam firmes em seus postos. Como curiosidade, se alguém estiver a
procura de companhia em Londres, bastará entrar numa destas cabines e
consultar uma das dezenas de cartões que sempre forram suas paredes
internas.
Mas se seu caso não é telefonar ou arranjar
companhia, e sim acessar a Internet e mandar email para amigos, basta ir
numa Easy Internet Cafe. Estas lojas estão em todo lugar, abertas 24
horas, tem centenas de computadores on-line, e por £2 você pode usar
um deles por até uma hora.
Londres é repleta de excelentes museus. Comece pelo
British Museum, um dos mais famosos do mundo. Depois vá até o Imperial
War Museum, onde há sempre exposições históricas, e conheça os
foguetes V1 e V2, que durante a 2a grande guerra, eram lançados na
cidade pelos nazistas.
Uma trinca imperdível de museus é formada pelo
Victoria & Albert Museum (tesouros, peças históricas, e
exposições com objetos antigos de várias civilizações), Natural
History Museum (história natural), e Science Museum (dedicado a todos
os ramos da ciência e tecnologia). Os três museus são quase ao lado
um do outro, e merecem um dia inteiro para visitá-los com calma.
E não deixe de visitar também o incrível Museu de
Cera de Madame Tussaud, onde estão figuras de cera de diversas
personalidades conhecidas. Elas são tão perfeitas que só faltam
falar, por isso não esqueça de levar sua máquina para bater fotos ao
lado dos Beatles, Henrique VIII e suas seis mulheres, Papa João Paulo
II, Airton Senna, Sarah Michele Gellar, Elton John, Antony Hopkins,
Ghandi, Arnold Schwarzenegger, Hugh Grant, Fidel Castro,
Napoleão Bonaparte, Pelé, Marilyn Monroe, e claro, a família real
inglesa, com a rainha Elizabeth e a princesa Diana, além de centenas de
outras personalidades famosas.
As tradicionais construções feitas totalmente de
tijolos são uma das marcas registradas da cidade, e podem ser vistas em
todo lugar, com suas janelinhas e cortinas de renda branca. Em
certos bairros você tem a nítida impressão de ter voltado no tempo e
estar passeando no século 19. O prédio da foto faz parte do conjunto
que rodeia o Royal Albert Hall, a maior casa de espetáculos de Londres.
(Clique e veja o Royal Albert Hall). Embora tenha uma aparência
clássica e sóbria, nele costumam se apresentar freqüentemente algumas
das mais famosas bandas de rock do planeta.
Logo em frente ao Royal Albert Hall fica o famoso
Hyde Park, um ótimo parque para caminhar, bicicletar ou descansar um
pouco às margens do lago Serpentine. Não deixe de ver o curioso local
conhecido como Speaker's Corner, onde por lei, quem quiser falar mal da
família real não pode fazê-lo pisando em solo inglês, e precisa
trazer um banquinho ou escada para subir. Em cima desse apoio, como
tecnicamente não estará mais pisando em solo inglês, aí sim poderá
falar o que quiser sobre quem quiser.
The Royal Guard (Guarda Real) é o regimento mais
conhecido do exército inglês, devido ao famoso uniforme composto de
jaquetão vermelho e chapéu de veludo preto. Esta unidade é
responsável pela guarda dos palácios de Buckingham, Saint James e
castelo de Windsor, todos residências oficiais da família real. O
melhor momento para vê-los em ação é durante a tradicional troca da
guarda, evento que se tornou uma concorrida atração turística. Ela
ocorre quase todos os dias às 10:30 horas, em frente ao Palácio de
Buckingham. Durante a cerimônia, um regimento chega marchando, assume a
guarda do palácio, e o regimento anterior vai embora também marchando,
ambos precedidos por bandas militares. A cerimônia dura cerca de 30
minutos e, para se ver algo, é essencial chegar bem cedo porque o local
fica superlotado de turistas. A imagem destes soldados se tornou um
ícone tão conhecido de Londres que eles estão em todos locais. Na
impossibilidade de bater uma foto de braços dados com um dos guardas
autênticos, fica valendo o soldado de pelúcia existente na Mothercare,
tradicional loja de roupas para crianças.
Quem pretende assistir a troca da guarda no palácio
de Buckingham precisa se posicionar bem se pretende ver alguma coisa. O
palácio tem três portões principais e a entrada dos regimentos é
feita pelos portões laterais, assim se você quiser ver os soldados bem
de perto procure se posicionar junto aos portões laterais. A cerimônia
propriamente dita acontece no pátio frontal do palácio, que é
separado do público por uma alta grade de ferro, assim, a não ser que
você seja um convidado especial da rainha, terá que se contentar em
assistir tudo por trás das grades... Mas a melhor hora é na saída,
quando os regimentos desfilam atrás de uma banda de música. A saída
é sempre pelo portão central, por isso procure se posicionar junto a
ele. Quando os policiais começarem a soltar os cadeados e abrirem as
portas da entrada central é sinal que o desfile vai começar. Conforme
a época do ano a vestimenta dos regimentos varia. Durante o inverno a
farda cinza é utilizada com mais freqüência, mas nos dias quentes de
verão a tradicional vestimenta com jaquetão vermelho é quase sempre
usada.
Quem gosta de compras vai encontrar um paraíso em
Londres. Apesar da alta cotação da moeda inglesa, procurando bem é
possível encontrar artigos interessantes e de bom preço. A principal
área comercial da cidade fica próxima às ruas Oxford, Regent e
Picadilly, na região conhecida como West End. O centro nervoso desta
região é Oxford Circus (foto ao lado), onde estão algumas das mais
tradicionais e elegantes lojas, como Liberty, Fortnum & Mason,
Selfridges, Debenhams, interessantes de visitar, mas com preços pouco
recomendáveis...
Não deixe de visitar também a Hamley´s,
considerada a maior loja de brinquedos do mundo. Um pouco mais adiante
fica o Picaddily Circus, outro ponto nevrálgico da cidade, rodeado de
grandes painéis coloridos por luzes néon, dezenas de lojas e muita
gente jovem reunida em torno da estátua de Eros. A poucos passos fica o
conhecido shopping Trocadero Center.
Quem quiser fazer uma boa refeição sem pagar muito
caro, pode ir a um Garfunkels, que tem um ambiente simpático e boa
comida. Ou então vá até a Oxford Street e entre nas lojas de
departamento Bhs ou Debenhams. Ambas tem nos andares superiores
restaurantes tipo bandeijão, servindo durante todo o dia refeições
completas, sanduíches, sucos e lanches variados.
Quem vai ao sul experimenta um churrasco, na Bahia um
Vatapá, em Budapeste um goulash, em Madri, paellas, e assim por diante.
E em Londres? Elementar meu caro Watson, a resposta é o Chá das Cinco!
Esta é uma das maiores tradições britânicas, e ninguém pode passar
pela capital da Inglaterra sem conhecer este ritual tão centenário
quanto delicioso. Diversos restaurantes e hotéis da cidade servem,
geralmente entre 16 e 18 horas, lanches acompanhados de tortas, bolos,
doces, cremes, geléias e claro, chás de todos os tipos. Nosso
preferido é o servido pelo restaurante The Georgian, situado no quarto
andar da loja Harrod´s (foto ao lado).
Para quem não sabe, a Harrod´s é a mais famosa
loja de Londres, uma autêntica instituição britânica. Seu prédio de
7 andares, ocupa todo um quarteirão, e lá eles se orgulham de vender
de tudo, de agulhas até aviões. A Harrod´s tem 330 departamentos,
5.000 funcionários, seu próprio banco, vende 2000 tipos de queijos de
todas as partes do mundo e passear por seu prédio, e ver tudo aquilo é
divertido e interessante. Até há alguns anos, era proibido entrar na
loja calçando tênis ou vestindo jeans, mas hoje estas imposições
foram abolidas. Embora muito luxuosa, a Harrod's quer mesmo é atrair
turistas.
O proprietário da loja é Mohamed al-Fayed, pai de
Dodi, último namorado da princesa Diana. Uma das vezes que passeávamos
na Harrod's vimos um simpático, calvo e roliço senhor , conversando
com balconistas, discretamente acompanhado de perto por um policial e um
segurança. Como ele nos pareceu conhecido, perguntamos a um balconista
se era mesmo Al-Fayed, e ele nos confirmou, dizendo que o
multimilionário diariamente passeia pelos departamentos de sua loja,
cumprimentando funcionários e clientes.
O chá da Harrod's custa £18,50 por pessoa, mas é
imperdível. Para ir lá pegue o metrô até a estação Knightsbridge.
Não deixe de visitar também o memorial em homenagem à Princesa Diana
e Dodi, no subsolo da loja. Clique e veja uma imagem do memorial.
Bem em frente a London Tower, fica a Tower Bridge,
mais famosa ponte de Londres. É possível pegar um elevador, subir por
uma das duas torres, e visitar a exposição existente no último andar,
depois, atravessando pelas passarelas suspensas, tem-se uma vista ótima
da cidade, sendo a descida feita pela outra torre. O bilhete de entrada
dá direito a visitar também o subsolo da ponte, conhecer suas antigas
engrenagens, agora transformadas em museu, e ver como funcionava o
mecanismo que erguia as duas plataformas móveis para os grandes navios
passarem.
Continuando a caminhada pela margem sul do Thames
você chegará no imponente prédio da Hay's Galleria, um conjunto de
antigos prédios reformados e transformados em shopping. O destaque do
conjunto é sua engenhosa cobertura superior, que mantém o pátio
interno sempre abrigado do imprevisível tempo britânico. Neste pátio
estão quase sempre artesãos e barraquinhas vendendo souvenirs.
Aproveite para sentar um pouco e apreciar o saboroso café com scones,
ou chá com muffins da Starbucks.
Construído na margem norte do Thames, a pouca
distância da milenar e clássica London Tower está o Gherkin, segundo
maior prédio da cidade, que abriga a sede da Swiss Re, uma das mais
renomadas empresas de seguros do mundo. Seu nome oficial é 30 St Mary
Axe, e como é fácil de imaginar, sua construção gerou muita
polêmica na cidade.
Quase em frente ao prédio do Gherkin, na margem sul
do Thames, situa-se outro prédio que parece destoar da tradicional
arquitetura Londrina. Trata-se de Prefeitura da cidade, na foto ao lado.
O prédio tem 10 andares, ângulo de inclinação de 31 graus, e está
aberta à visitação pública durante os dias úteis. Já quem procura
um programa diferente pode optar por visitar, a uma curta caminhada da
prefeitura, o museu de cera London Dungeon, que retrata histórias e
personagens arrepiantes da idade média, ou então a Fragata Belfast,
que participou da segunda guerra mundial e agora serve como museu naval
permanentemente ancorado na margem sul do rio Thames.
Desde 1689 o Reino Unido é regido por um sistema de
monarquia constitucional, onde o rei ou rainha exerce o papel de chefe
de estado, mas na realidade não manda nada. Todas as decisões são
tomadas pelo Parlamento, liderado pelo primeiro ministro. Este sistema
foi adotado após a guerra civil inglesa, único período em que a
monarquia foi abolida. Após a guerra civil a monarquia foi restaurada
com poderes limitados, sistema que perdura até hoje. Desde a
restauração da monarquia a Inglaterra passou por diversos períodos,
como Tudor, Stewart, Georgiano e Vitoriano, assim chamados em
referência à linhagem familiar de cada ocupante do trono. Elizabeth
II, atual rainha, é uma Windsor. Dentre todos estes períodos, um ocupa
lugar especial na memória da nação, por sua prosperidade e elegância
das vestimentas: O Período Vitoriano, entre 1837 e 1901. A foto ao
lado, com vestimentas típicas daquela época, batemos no Old Time Photo,
situado no centro de Londres, onde você pode escolher a roupa
histórica que quiser e leva para casa uma recordação divertida.
Os inúmeros pubs da cidade são outra excelente
opção para se fazer uma refeição boa e barata, num dos ambientes
mais tradicionais da Inglaterra. O Lambeth Walk é apenas um deles, mas
existem centenas, milhares, de todos os tipos: Simpáticos, barulhentos,
enfumaçados, animados, estranhos ou familiares. Quase todos servem
diversos pratos, carnes e saladas, mas os de maior saída são a Kidney
Pie - empadão de rins - e o tradicional Fish and Chips. Se quiser
acompanhar com um chope, pode-se escolher entre dois tipos. O tipo lager
é claro, parecido com o que temos no Brasil, e é servido gelado. Já o
bitter é amargo, avermelhado, e vem fora do gelo, da forma como os
Ingleses preferem, por causa do clima frio. Mas também pode se pedir um
chá, vinho, ou coca-cola, e depois é só deixar o papo correr solto,
porque o que os Ingleses mais gostam de fazer nos pubs é papear. Nosso
pub preferido? É o Bunch of Grapes, na Brompton Road, entre Harrod´s e
Victoria e Albert Museum. Bom apetite!
Londres é uma cidade incrível, mas lhe faltava uma
coisa...Ao contrário de Paris, com sua torre Eiffel, ou New York, com
seu Empire State, Londres não tinha um ponto elevado, de onde se
pudesse ver toda a cidade! Com a chegada do século 21 este problema foi
finalmente resolvido. Foi inaugurada, bem às margens do rio Thames, e
de frente para o Big Ben, a imensa roda gigante London Eye, que fornece
o visual mais fantástico de toda a cidade. Com altura equivalente a um
prédio de 45 andares, e permitindo ver a uma distância de até 40 Km
em volta, uma volta na London Eye passou a ser a melhor forma de ver
toda Londres de cima!
Após passear na roda gigante vá conhecer a catedral
de Saint Paul, mais famosa da cidade, enorme, cheia de estórias e local
do casamento da princesa Diana. Para chegar lá pegue o metrô e desça
na estação Saint Paul.
Na margem sul do rio Thames está uma das melhores
atrações da cidade, o London Aquarium, um dos maiores do mundo. Depois
da visita, caminhe um pouco ao longo da margem do rio, sente num desses
banquinhos, e aprecie a vista da cidade. Este é o ponto ideal para
aguardar pelas badaladas mais pontuais do mundo, e acertar os relógios
ao som da famosa musiquinha do Big Ben.
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